Joga o restante da temporada 10.000 vezes e mostra com que frequência cada time vence.
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Cada jogo pendente é simulado com um modelo de Poisson: cada time recebe uma nota de ataque e outra de defesa a partir dos gols marcados e sofridos nesta temporada, e os gols esperados de um confronto saem da combinação do ataque de um com a defesa do outro, com uma vantagem moderada para o mandante.
Antes de a bola rolar, o modelo não parte do zero: cada clube começa com uma força prévia construída com sua posição na temporada passada e o valor de mercado do elenco, com os extremos saturados para nenhum resultado ser absurdo. Esse ponto de partida vai cedendo peso aos resultados reais, e por volta da décima rodada mandam apenas os gols de verdade.
A temporada restante é jogada 10.000 vezes em um processo separado do navegador, para a página não travar. Os percentuais de título, Top 4, Top 6 e rebaixamento são simplesmente a frequência com que cada coisa aconteceu nessas 10.000 temporadas, e a faixa de pontos de cada time cobre os 90% centrais de seus finais simulados.
O que o modelo não sabe: lesões, contratações, punições, calendário continental nem motivação. Usa gols e apenas gols, e por isso está em beta.
O Supercomputador joga o resto da temporada milhares de vezes e conta quantas vezes cada clube termina campeão. Ele não prevê um resultado único: distribui probabilidades. Se um clube conquista o título em 1.400 de 2.000 temporadas simuladas, sua chance de título é de 70%, e isso diz muito mais do que apostar num nome só no bolão.
É o mesmo modelo por trás das matérias que dizem que o supercomputador previu a tabela final. Cada clube recebe uma nota de ataque e uma de defesa a partir dos gols que marcou e sofreu nesta temporada, e os gols esperados de cada jogo que falta vêm do cruzamento entre o ataque de um lado e a defesa do outro, mais o fator casa. Cada partida é então resolvida com uma distribuição de Poisson, a que melhor descreve como os gols realmente acontecem no futebol.
É a proporção de simulações em que aquele clube terminou em primeiro lugar. Vinte e cinco por cento significa que ele foi campeão em uma de cada quatro temporadas simuladas, não que vá vencer o campeonato com certeza.
Porque o campeonato acabou de começar. O modelo só aprende com os gols marcados e sofridos na temporada em curso, então com nenhuma rodada ou muito poucas ele não consegue diferenciar os clubes e distribui as chances quase igualmente. Um aviso aparece na tela quando isso acontece.
Porque restam poucos jogos e sua vantagem é maior do que os pontos ainda em disputa. Nesses casos o título já está praticamente decidido pela matemática, não pelo modelo.
Lesões, suspensões, contratações, trocas de técnico, o desgaste de jogar competições europeias no meio de semana e a motivação de um time que já está salvo do rebaixamento. Ele olha só para os gols desta temporada, e é exatamente por isso que está em beta.
Porque cada execução sorteia 2.000 temporadas novas. As diferenças são de décimos de ponto percentual: é a margem de erro normal de um método aleatório, e ela diminui quanto mais simulações são rodadas.