Joga o restante da temporada 2.000 vezes e mostra com que frequência cada time vence.
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O Supercomputador joga o resto da temporada milhares de vezes e conta quantas vezes cada clube termina campeão. Ele não prevê um resultado único: distribui probabilidades. Se um clube conquista o título em 1.400 de 2.000 temporadas simuladas, sua chance de título é de 70%, e isso diz muito mais do que apostar num nome só no bolão.
É o mesmo modelo por trás das matérias que dizem que o supercomputador previu a tabela final. Cada clube recebe uma nota de ataque e uma de defesa a partir dos gols que marcou e sofreu nesta temporada, e os gols esperados de cada jogo que falta vêm do cruzamento entre o ataque de um lado e a defesa do outro, mais o fator casa. Cada partida é então resolvida com uma distribuição de Poisson, a que melhor descreve como os gols realmente acontecem no futebol.
É a proporção de simulações em que aquele clube terminou em primeiro lugar. Vinte e cinco por cento significa que ele foi campeão em uma de cada quatro temporadas simuladas, não que vá vencer o campeonato com certeza.
Porque o campeonato acabou de começar. O modelo só aprende com os gols marcados e sofridos na temporada em curso, então com nenhuma rodada ou muito poucas ele não consegue diferenciar os clubes e distribui as chances quase igualmente. Um aviso aparece na tela quando isso acontece.
Porque restam poucos jogos e sua vantagem é maior do que os pontos ainda em disputa. Nesses casos o título já está praticamente decidido pela matemática, não pelo modelo.
Lesões, suspensões, contratações, trocas de técnico, o desgaste de jogar competições europeias no meio de semana e a motivação de um time que já está salvo do rebaixamento. Ele olha só para os gols desta temporada, e é exatamente por isso que está em beta.
Porque cada execução sorteia 2.000 temporadas novas. As diferenças são de décimos de ponto percentual: é a margem de erro normal de um método aleatório, e ela diminui quanto mais simulações são rodadas.