Joga o restante da temporada 10.000 vezes e mostra com que frequência cada time vence.
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Vinte e quatro clubes, 46 jogos e, a partir desta temporada, uma disputa de acesso mais ampla. Os dois primeiros ainda sobem direto, mas os playoffs agora pegam do terceiro ao oitavo, e não mais do terceiro ao sexto. O quinto recebe o oitavo e o sexto recebe o sétimo em jogo único, e os vencedores encaram terceiro e quarto em ida e volta antes de uma final em Wembley.
Essa final é rotineiramente descrita como a partida mais rica do futebol, porque o vencedor entra no dinheiro de TV da Premier League que os perdedores seguem perseguindo. Três clubes fazem o caminho inverso, rumo à League One. Como não há classificação europeia ligada a nada aqui, cada coluna desta página se resolve em acesso, playoff ou queda.
Por que a página da Championship não mostra vagas europeias?
Porque não existem. As recompensas da divisão são inteiramente domésticas: duas vagas de acesso direto, seis lugares de playoff e três de rebaixamento. Onde uma colocação na Premier League vira Champions League ou Europa League, tudo nesta tabela é medido em relação às linhas de acesso e de rebaixamento.
Como o playoff ampliado muda as probabilidades?
Ele traz mais dois clubes para a disputa, então times projetados em torno do sétimo e do oitavo lugar passam a ter chance real de acesso, onde antes não tinham nenhuma. Também alonga o caminho: do quinto ao oitavo é preciso vencer um jogo único antes de chegar às semifinais de ida e volta, nas quais terceiro e quarto entram direto.
A pontuação projetada basta para julgar uma briga por acesso?
Só de forma aproximada. Numa tabela tão embolada, dois clubes separados por três pontos projetados podem ter probabilidades de acesso bem diferentes, dependendo dos jogos que restam a cada um. As colunas de porcentagem e a largura da faixa de pontos dizem mais, juntas, do que o valor central sozinho.
Cada jogo pendente é simulado com um modelo de Poisson: cada time recebe uma nota de ataque e outra de defesa a partir dos gols marcados e sofridos nesta temporada, e os gols esperados de um confronto saem da combinação do ataque de um com a defesa do outro, com uma vantagem moderada para o mandante.
Antes de a bola rolar, o modelo não parte do zero: cada clube começa com uma força prévia construída com sua posição na temporada passada e o valor de mercado do elenco, com os extremos saturados para nenhum resultado ser absurdo. Esse ponto de partida vai cedendo peso aos resultados reais, e por volta da décima rodada mandam apenas os gols de verdade.
A temporada restante é jogada 10.000 vezes em um processo separado do navegador, para a página não travar. Os percentuais de título, Top 4, Top 6 e rebaixamento são simplesmente a frequência com que cada coisa aconteceu nessas 10.000 temporadas, e a faixa de pontos de cada time cobre os 90% centrais de seus finais simulados.
O que o modelo não sabe: lesões, contratações, punições, calendário continental nem motivação. Usa gols e apenas gols, e por isso está em beta.